domingo, 30 de março de 2008

MARCÃO, O TERRÍVEL

SEGURANÇA OU LEÃO DE CHÁCARA
Escutei em uma rádio que o tal de "Marcão" chefe da segurança do time deles, invadiu o gramado ao final do jogo para agredir o árbitro. Pensei que esse tipo de coisa só existisse na várzea. Aliás, não é a primeira vez que esse cara apronta no Scarpelli. Será que o Luis Orlando de Souza merecia apanhar de um "guarda-roupa" desses.

O AMARELO DE NOSSA ESTRELA E OS AMARELOS DA OLAVO BILAC

Tinha tanto "mascarado" e campo, que eu pensei que fosse um time só de Zorros. Cruz credo ! Dá-le Sargento Garcia.
Por falar em Estrela Amarela, aquela que temos em cima do símbolo e que representa o Campeonato Nacional, eu vi outras "estrelas amareladas" hoje em campo, e não eram do Clube da Ilha.

BLOG ÀS MOSCAS - MERECEM UM REGALO

Nenhuma visita Estreitense até o presente momento. Onde eles andam ? Tão ameaçadores nas outras vezes ...

Então, como estão bem comportados, e o jogo foi de DOIS A ZERO e vou brinda-los com duas Ana Paulas, sua "Santa" daquela Copa Brasil.

CHORORÔ DO "ÁLVARO"


Ô Álvaro, explica de novo como é a musiquinha do Chororô...

Gozado esse persistente penetra do Blog Particular dos Avaianos não vai aparecer para dar a sua gozadinha de praxe. Botou a vióla no saco, hein ?

Xô gavião, te manda !!!

CRÉU E CHORORÔ


Vencer lá dentro com direito a Dança do Créu e Chororô???? E ainda dizem que o domingo é um dia chato.

Vejam como a torcida desorganizada dançou a Dança do Créu em pleno Scarpeléu.

EU TINHA CERTEZA: A VITÓRIA SERIA DO MELHOR


O DOMÍNIO FOI DE CABO A RABO. De um lado a cadência do time Avaiano, sem pressa, procurando os espaços. O fato de haver uma expulsão não quer dizer nada. Esta semana vi o Colo Colo estar vencendo do Boca Junior que teve um jogador expulso no primeiro tempo, e soube reverter o placar. O time do Estreito em casa, acha que é o dono do toucinho e da carne sêca, Sua torcida vaia nas vitórias porque acha sempre pouco, já que é time da Serie A e está acima de qualquer suspeita. Depois da expulsão, quem reinou com suas marcações equivocadas, com a falta de cartão vermelho para a falta assassina do Asprilla foi Sua Excelência o árbitro Luiz Orlando de Souza. Deu um cartão amarelo para Cassio, que foi uma vergonha. Aliás, quando o jogo se desenrola defronte as sociais do time da Coloninha, por alí vale tudo, pois os auxiliares que ficam daquele lado são dominados ou pelo banco de reservas do time da casa ou pelos ferozes torcedores do alambrado. Espero que esta tenha sido a despedida deste honesto mas atrapalhado árbitro. Escuto, agora na Rádio Guarujá, que um policial militar destemperado, deu uma porrada com o cacetete na cabeça do um torcedor do Avaí, que estava festejando a vitória. O fato foi testemunhado pelo repórter de campo da verterana emissóra. E adianta alguma coisa ? Podem chorar, rtem todo o direito, mas é bom chorar na rampa que as lágrimas correm com mais facilidade. Para maior alegria, só faltava um gol de pénalte roubado. Ah,ah,ah,aha, !!!

O BEM VENCEU O MAL. SARGENTO GARCIA PRENDEU O ZORRO


TEJE PRESO !!!
Estava previsto: não há mal que sempre dure. Zorro está na cadeia, Sargento Garcia venceu. Dois a zero no Scarpelinho, contra um time endoidecido pela indisciplina, que não soube receber a derrota, partindo infantilmente atrás dos jogadores que festejavam o segundo gol. Um recado para Roberto Alves: a dança do Créu é um modo de festejar os gols no Brasil inteiro. Não vais querer que em Florianópolis seja diferente só porque foi no campo do Estreito. O Avaí não tem nada com a expulsão do jogador do Figueirense. Azar dele, indiciplinado tem que ir para a rua. Queriam o que, que o Sargento Garcia levasse o Zorro para a prisão e a turma no Avaí não gozasse. Quanta ingenuidade de nossa imprensa, com a preocupação de agradar o time perdedor.
NOTA DE FALECIMENTO
É com imenso pesar que noticiamos o falecimento ocorrido na manhã deste domingo, (30/03), do médico do Avaí F.C., Dr. José Carlos Cardoso, que por mais de 15 anos vestiu de forma gloriosa a camisa do Avaí F.C., conquistando importantes títulos, como os de campeão Catarinense nos anos de 1988 e 1997, conquistas estas que marcaram em sua carreira, e na história do clube. Recentemente, após um período longe do clube, José Carlos Cardoso voltou a exercer funções no Avaí, trazendo sua alegria, conhecimento e dedicação. Na última segunda-feira, (24/03), sofreu um AVC (derrame celebral), em casa, sendo internado na UTI do Hospital de Caridade, onde não resistiu e faleceu às 06h30min de hoje. Seu velório acontece no cemitério São Francisco de Assis, no bairro Itacorubi, mesmo local onde às 16h00 de hoje será sepultado. No clássico deste domingo, os jogadores do Avaí entrarão em campo, às 16h00, com uma fita preta, em luto, em homenagem ao Dr. José Carlos Cardoso. A Diretoria Oficial do Avaí, consternada com o falecimento de seu colaborador, torcedor e amigo, decretou luto oficial por três dias.
Autor: Alceu Atherino

QUEREMOS RAÇA


Na foto, Milton Cavallazzi e Rogério Ávila, entrando em campo para mais um clássico. Era a raça, o coração e a camisa. É isto que queremos ver hoje no Scarpelli.

TORCIDA: UM DIREITO USURPADO

É HOJE LÁ NO ESTREITO. VAMOS LÁ, CAMPEÃO DO SÉCULO
Todos os olhares e pensamentos dos avaianos estão voltados para o Continente. O nosso time vai enfrentar uma parada muito dura e estamos preparados para isso. Nossos jogadores, a grande maioria de outros Estados tem a missão de derrotar uma time cheio de soberba que se acha acima da lei e do direito. Acha, porque acha, que sendo da Serie A, e Deus sabe como, tem a obrigação de ganhar o jogo. Nossos jogadores, na maioria absoluta, já passou por um clássico e agora sabe como é. Silas é iniciante nesses embates mais vem com a cabeça fria e preparou um esquema sem vícios e dentro da realidade. No futebol não existe mais segredos, tanto por informações, como pelos vídeos que trazem até as concentrações os últimos jogos do adversário, para que sobejamente sejam analisadas jogadas, por jogadas. Durante a partida tudo pode acontecer e os comentarista, gostam muito de dizer que num clássico se vence por detalhes. Uma bola parada é uma dádiva dos céus, quando das imediações da área e por isso os treinadores alertam e a gente escuta os gritos dos goleiros: “sem falta, sem falta”, quando a jogada é nas zonas perigosas da bola parada. Uma bola perdida no meio de campo, por um “pé mole”, um passe mal feito ou um drible mal dado, pode proporcionar uma contra-ataque fatal . Toda a atenção ainda é muito pouca, pois além disso a raça, o coração, a vibra e dedicação deverá ser exercida em todos os segundos do jogo. Vamos lá Avaí, tragam esta vitória do Estreito, precisamos muito dela. Lutem, lutem com todas as forças é o mínimo que estamos pedindo a vocês que estão vestindo a honrada camisa do alviceleste da Ilha, o Campeão do Século. Nosso veemente protesto pelo cerceamento de nossa vibrante torcida, sob a confissão dos poderes públicos, pela incapacidade de oferecer segurança para um espetáculo esportivo.