
ROGÉRIO, a camisa 300 não aconteceu no nordeste, apenas o número aparecia, em algarismos tamanho família. Com a derrota para o Fortaleza é visível que aumentaram as apreensões. O treinador, que nos tempos de Avaí era satirizado como o "Glostora", mas que agora vinha pintando de gênio, já recebeu as primeiras amargas e contundentes críticas. Diante desse cenário, e à luz de alguns jogos anteriores, não é preciso ser mãe Dinah para prevermos uma arbitragem muito boa no próximo jogo, que não vai exercer pressão para desestruturar emocionalmente o adversário e nem determinar expulsões muito oportunas. Olho vivo, tchê, vocês que vêm do sul. Roberto Costa (O nosso).
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