quarta-feira, 22 de abril de 2009

Roberto Costa em dois momentos


ROGÉRIO, não se tem mais qualquer dúvida, o programa do Claudionir desbundou na preferência pelo brócole, haja vista as opções de cores apresentadas nas vestes, as quais se acirraram após os comentários feitos aqui no Blog. Acho mesmo que pegaram de birra. Hoje a menina carregou de novo no preto, aquele preto forte, que não deixa dúvidas, muito comum em caixões funerários de segunda (eu disse de segunda). O chefinho, veio também de preto, com discretas listas em branco, o olhar altivo, que eles não perdem a pose.Tem gente que acha que não se deve dar audiência a essa gente, que desconsidera mais da metade do povo da cidade. Audiência se pode dar, sim, para identificarmos bem os patrocinadores do programa e, como consumidores, fugirmos deles sempre. - Roberto Costa (O nosso).
Nr: Roberto, eles poderiam ser mais sutis e usar o rosa, o que achas?

Rogério, fiquei em dúvida se o texto sob título "mais perdido que..." é de tua autoria ou foi enviado pelo Blogueiro Fábio. De qualquer maneira, estou fazendo referência porque achei um texto ótimo, que diz tudo com muita propriedade, retratando exatamente o que vem ocorrendo com essa figura, que não se reciclou. A comparação com a secretária exímia em datilografia e fora do mercado foi excelente. Outro dia fiz uma competição com o Leo, nosso cartunista, para ver quantas daquelas "frases feitas" do repertório desse moço a gente conseguia lembrar. Achamos mais de cinquenta. Com todas as limitações, esse rapaz ainda assim tinha alguma expressão em nosso mundo esportivo e forte identificação com uma cor; talvez até fosse autêntico, mas parece que deixou-se fascinar pelo "canto das sereias" do novo empregador. Ali fez as inevitáveis concessões e com isso perdeu-se, perdeu a bandeira e a identidade. Alguns transigem sem melindres, nesse mercado de paixões, não precisamos desviar o foco para vermos mais algum exemplo, mas o herói está saindo machucado, sua torcida virando-lhe as costas. Pode estar indo para o brejo, "esquecido e abandonado como rádio velho, ninguém liga". Roberto Costa. (O nosso)

Seja o primeiro a comentar