Tínhamos jogos indigestos dentro e fora de casa. Estrearíamos fora de casa contra o Brusque, invicto no Augusto Bauer há 4 meses, pois fomos lá e ganhamos por1x0, placar magro mas que valia 3 pontos.
No segundo jogo enfrentamos o Marcílio Dias que ameaçava uma recuperação no Campeonato, mas com certa tranquilidade acabamos vencendo por 3 x 1.
O jogo seguinte era historicamente complicado, contra a Chapecoense e em uma sucessão de erros fomos derrotados de maneira vexatória por 5x1 e todas as dúvidas sobre elenco e comissão técnica voltaram a assombrar a cabeça da Diretoria, Torcida Parceiros.
Feitos os ajustes enfrentaríamos o campeão do 1º turno, o Criciúma, na Ressacada, o time deles vinha descansado pois fazia um revezamento poupando jogadores nas rodadas anteriores mas como de praxe contra o Avaí eles vieram completos. Melhor assim, foi um massacre e o placar de 4x0 foi muito bom para o time do Sul que escapou de uma goleada histórica.
Reabilitados fomos enfrentar o Atlético de Tubarão, o lanterninha da competição mas com um ingrediente a mais: o jogo seguinte seria o Clássico e ninguém queria ficar de fora por lesão ou cartão. Vencemos por 2x0, perdemos Léo Gago para o Clássico e Eduardo Martini defendeu uma penalidade máxima.
O Clássico: Jogo muito pegado, com o time das Barbies motivado pela chegada do novo treinador. Para variar o árbitro não marcou uma penalidade máxima em Marquinhos, que foi caçado em campo e o jogo terminou empatado, menos mal pois o prejuízo de uma derrota poderia ser moralmente irrecupeável.
O jogo mais difícil esava por vir: Joinville com a Arena lotada e o time da casa com uma longa invencibilidade em seus domínios e sem perder um ponto sequer no campeonato. Silas armou o time em um 3-6-1 inédito, deu u, nó tático em Gelson da Silva e dominou o jogo, vencemos com direito a final dramático e erros grotescos do trio de arbitragem. O Avaí mostrava que estava muito vivo.
No jogo seguinte vitória ranquila contra o Atlético de Ibirama por 3x1, mas perdíamos o craque Marquinhos para o jogo decisivo.
Ontem contra o Metropolitano enfrentamos o time de maior ascensão no campeonato e como eu disse antes da partida em uma guerra: Capital x Interior, não demos sopa para o azar e trouxemos o caneco.
Ganhamos o returno, terminamos com maior número de pontos no cômputo geral, nada mais justo que estejamos nas finais. Agora zera tudo (ou melhor começamos com um ponto)e mais uma vez de degrau em degrau vamos para a conquista do campeonato. Vai pra cima deles Leão!
1 Comentário
Rogerio, só sei de uma coisa.
AVAÊÊÊÊÊ
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