quinta-feira, 1 de maio de 2008

VARIEDADES

Como hoje é Dia do Trabalho, as postagens estão escassas, inclusive andei trocando Alexandre Gallo por Rodrigo Galo, que tem muitas diferenças, apesar das plumagens parecidas. Já retifiquei e creio que a turma já tinha feito esta troca mentalmente. Quanto as outras ponderações, continuo "perdoando" os gestos do Juliano, porque sei que é humanamente impossível ficar impassível com apupos continuados durante o trabalho, sem ter o direito de responder a seus detratores no calor da disputa. Ninguém é tão sereno a ponto de ficar sem nada dizer, em represália a má educação de uma multidão ou um grupo de pessoas que apupam, até quando marca um gol.Ninguém é de ferro. Acho que Juliano foi mal educado, mas isso não o descrendencia de jogar um belo futebol. Ninguém que nunca entrou em campo, e que nunca foi vaiado em público, pode julgar um jogador por um ato de revolta.
O caso de querer substituir Zé Rodolfo por outro lateral, quando o próprio Silas o prefere no elenco, é o caso de querer ensinar o catecismo para o próprio padre. O Avaí precisa sim de outro lateral direito, pelos motivos expostos. Nosso técnico é quem aprova as necessidades às carências do time que treina.Não vamos fazer coro com os mesmos pessimistas de sempre. Eu pessoalmente acho que estamos no caminho certo.É esperar para ver .

2 comentários

Anônimo disse...

Olá,
acho que pela primeira vez vou discordar do nobre blogueiro.
Eu não tenho a capacidade de "perdoar" os gestos do Juliano...

Primeiro, preciso deixar claro que, apesar de conhecer alguns, pra mim essa gente que vai pra Ressacada xingar jogador do meu time não deveria existir. Sou contra xingar ou vaiar qualquer um que esteja vestindo a camisa do meu time.
Não vejo como uma vaia possa ajudar um jogador a acertar o próximo lance ou ajudar o time a virar um jogo.
Se o que quero é que meu time vá bem, pra mim, vaiar é jogar contra.

Pois bem, no episódio da revolta do Juliano, meus sobrinhos de 7 e 10 anos foram ao jogo comigo e, como eles não teriam lugar pra sentar perto da "minha" cadeira, nos sentamos mais para o lado, coincidentemente na mesma linha dos chatos que ficavam xingando.
Portanto, os gestos do referido jogador foram na nossa direção, eu me senti mal, pois nunca xingo e tive que ver aquilo, mas o pior foi ver a carinha dos meninos.
O maior ficou irritado e disse que nunca mais iria torcer e nem olhar pra esse jogador.
O menor ficou triste e quase chorando me disse que a minha irmã sempre diz que mostrar o dedo do meio é uma coisa muito feia que as pessoas fazem quando têm raiva das outras. "tio, e ele ainda mostrou os dois..."

Só isso, a reação deles, já seria motivo pra eu não querer mais o Juliano no Avaí.

Não posso concordar que um jogador não consiga suportar a pressão, por mais injusta que seja, e digo mais, existem outras formas de se protestar contra a atitude da torcida, outras atitudes que o jogador pode tomar como falar sobre isso na entrevista ou o que é melhor, jogar bem, a melhor resposta ele já tinha dado, o gol.

Imagine se todos que forem xingados resolverem levantar os dedos médios agora, vamos ter que aceitar? o Governador esteve lá e levou vaia, o Zunino leva vaia (infelizmente), se o "do charuto" aparecesse deveria já entrar com os dedos pra cima? o que dizer então do árbitro? e a turma da RBS quando ouvir o "ei RBS, vai t..."?

Não acho justo o que fizeram com o Juliano naquele jogo (xingamentos), mas os apupos tinham endereço certo já os gestos foram generalizados para a torcida. Mesmo tendo ele dito que era só para alguns, eu me senti ofendido como torcedor e tenho certeza que ele poderia ter agido de outra forma.

não perdôo os gestos e por melhor jogador que seja, se dependesse de mim, estaria fora do time, mesmo que fosse o Pelé (se fosse 1/3 do Pelé "ningém" xingaria).

abraço

Anônimo disse...

Olá,
acho que pela primeira vez vou discordar do nobre blogueiro.
Eu não tenho a capacidade de "perdoar" os gestos do Juliano...

Primeiro, preciso deixar claro que, apesar de conhecer alguns, pra mim essa gente que vai pra Ressacada xingar jogador do meu time não deveria existir. Sou contra xingar ou vaiar qualquer um que esteja vestindo a camisa do meu time.
Não vejo como uma vaia possa ajudar um jogador a acertar o próximo lance ou ajudar o time a virar um jogo.
Se o que quero é que meu time vá bem, pra mim, vaiar é jogar contra.

Pois bem, no episódio da revolta do Juliano, meus sobrinhos de 7 e 10 anos foram ao jogo comigo e, como eles não teriam lugar pra sentar perto da "minha" cadeira, nos sentamos mais para o lado, coincidentemente na mesma linha dos chatos que ficavam xingando.
Portanto, os gestos do referido jogador foram na nossa direção, eu me senti mal, pois nunca xingo e tive que ver aquilo, mas o pior foi ver a carinha dos meninos.
O maior ficou irritado e disse que nunca mais iria torcer e nem olhar pra esse jogador.
O menor ficou triste e quase chorando me disse que a minha irmã sempre diz que mostrar o dedo do meio é uma coisa muito feia que as pessoas fazem quando têm raiva das outras. "tio, e ele ainda mostrou os dois..."

Só isso, a reação deles, já seria motivo pra eu não querer mais o Juliano no Avaí.

Não posso concordar que um jogador não consiga suportar a pressão, por mais injusta que seja, e digo mais, existem outras formas de se protestar contra a atitude da torcida, outras atitudes que o jogador pode tomar como falar sobre isso na entrevista ou o que é melhor, jogar bem, a melhor resposta ele já tinha dado, o gol.

Imagine se todos que forem xingados resolverem levantar os dedos médios agora, vamos ter que aceitar? o Governador esteve lá e levou vaia, o Zunino leva vaia (infelizmente), se o "do charuto" aparecesse deveria já entrar com os dedos pra cima? o que dizer então do árbitro? e a turma da RBS quando ouvir o "ei RBS, vai t..."?

Não acho justo o que fizeram com o Juliano naquele jogo (xingamentos), mas os apupos tinham endereço certo já os gestos foram generalizados para a torcida. Mesmo tendo ele dito que era só para alguns, eu me senti ofendido como torcedor e tenho certeza que ele poderia ter agido de outra forma.

não perdôo os gestos e por melhor jogador que seja, se dependesse de mim, estaria fora do time, mesmo que fosse o Pelé (se fosse 1/3 do Pelé "ningém" xingaria).

abraço